Senhores Passageiros

sobre aeroportos, aviões e afins

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Ricardo Gallo é repórter da Folha

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No interior da Colômbia, companhias levam passageiros em aviões da Segunda Guerra

Por Ricardo Gallo

O DC-3 popularizou as viagens de avião quando foi criado, em 1936, distantes 77 anos atrás. Confortável, podia levar 14 ou 28 passageiros, a depender da configuração original.

Foi esse modelo o primeiro a tornar as viagens de avião lucrativas para as companhias aéreas e que colaborou para a popularização do transporte aéreo, além de ter tido papel importante na Segunda Guerra Mundial.

Há décadas o DC-3 está aposentado… certo? Não no interior da Colômbia, como mostra um excelente documentário da Al Jazeera feito em 2011.

Em Villavicencio, uma das aeronaves mostradas na reportagem, fabricada na década de 1950, é usada para transporte de passageiros e cargas de uma maneira bem pouco convencional, em comparação ao que conhecemos como aviação aéreo regular.

Esqueça bilhete de embarque, instruções de segurança, serviço de bordo… e também torres de controle, pistas de asfalto. Aviação, ali, é do jeito que dá.

Piloto e copiloto operam aeronaves completamente manuais em relação à automação de hoje. Prestes a pousar, é a copiloto que “canta” para o comandante a altitude em que o avião está –em Airbus e Boeings atuais, cabe a uma voz metálica de computador fazer isso.

Com vocês, a aviação retrô do interior da Colômbia.

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