Avião da Gol é atingido por raio e volta a Brasília

Nariz do avião da Gol
Nariz do avião da Gol (Arquivo pessoal)

* Atualizado às 20h27

Um avião da Gol teve que retornar ao aeroporto de origem depois de ter sido atingido por um raio durante uma tempestade.

O para-brisas ficou trincado.

O caso ocorreu na noite da última segunda-feira com o voo 1674, que havia decolado de Brasília por volta de 21h30 rumo a Fortaleza.

“Teve um estrondo. Foi apavorante, porque as luzes da cabine se apagaram –ficaram apenas as luzes paralelas ao chão–, o ar condicionado parou e ficou um cheiro de queimado”, disse o engenheiro Sergio Golgher,44. Segundo ele, algumas pessoas gritaram.

A aeronave do voo era um Boeing 737-800, com 66 passageiros a bordo.

Ao pousar em Brasília, o comandante classificou o episódio como uma turbulência. Segundo a Gol, o estrondo ouvido se deveu ao raio –e que a iluminação se apagou por alguns instantes pelo mesmo motivo.

O nariz da aeronave ficou preto, provavelmente em razão de granizo contra a aeronave. Outro passageiro enviou à Folha uma foto, desfocada, que você vê acima.

Os aviões são dotados de para-raios. O raio se propaga na superfície externa do avião.

Os passageiros seguiram viagem em outro avião e/ou foram reacomodados em hotéis.

Sergio e outros 17 passageiros prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros. Depois, diz, a Gol voltou atrás.

Comentários

  1. Prestar queixa contra uma empresa aérea por causa de um raio que atingiu uma aeronave é o maior absurdo que já ouvi. Se quer se queixar, vá se queixar com São Pedro…

    1. Concordo com vc. É incrível a atitude do engenheiro. Que culpa tem a empresa se um raio a atinge? É um caso típico de “força maior” que estava fora do controle e da vontade, no caso, da empresa. Ele não tem essa percepção?

      1. Mau tempo não derruba avião…agora a decisão [errada] de entrar no mau tempo pode causar sérios problemas e até um acidente.
        Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
        1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
        2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
        3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
        4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
        Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente.

          1. Amigos estava num 777 da AA voo Nova Iorque Sao Paulo raio na asa o comandante disse que nao tinha problemas. 30 min depois voltamos a Nova Iorque com o ar condicionado funcionar, sem luz e aeromocas desesperadas. Sera que os comentarios tecnicos estao certos?

          2. O Ricardo Gallo, qual esclarecimento o sr. está agradecendo..?
            Queixa contra o Cmte? Ele lá sabe se o retorno do radar da acft estava correto? Radares sao sujeitos a erros como qualquer maquina!.
            E quem disse a esse sr. que o fato ocorreu logo após a decolagem? Que eu saiba o fato ocorreu na SUBIDA, porem bem longe do aeroporto!. Entao se o mal-tempo estiver sobre Formosa(GO) o aeroporto de Brasilia obrigatoriamente tem que estar fechado?. EGPWS durante a subida, “meodeos”. Tá dificil ler sobre aviação na internet.
            Hoje em dia qualquer um que sabe o funcionamento de um flap é especialista em aviação. Que vergonha.
            Para variar, sugiro ao colega pesquisar sobre a diferença entre ACIDENTE E INCIDENTE.
            “Ao seu dispor” para falar o que nao entende?.
            Ok. Parabens

          3. Todos só falaram besteeira!!!

            No Brasil, a lei protege os passageiros quando há um atraso ou cancelamento superior a 4 horas. Mesmo sendo um problema climatico. Pois, a justiça entende que esse é um risco do negócio, que foi assumido pela companhia. Por isso, o engenheiro foi inteligente e correto em abrir uma queixa!

          4. Aconteceu a mesma coisa comigo em uma viagem de Campo Grande – MS a São Paulo-SP, o avião atravessou uma nuvem tipo Cúmulo Nimbus e pegamos uma zona de granizo, nestes casos é barbeiragem do piloto porque os radares avisam e até visualmente é possível de evitar.

        1. Estamos falando de incidente e nao acidente. Claro que existem varias barreiras de segurança a serem rompidas e aviao nao cai assim por mal tempo, são vários fatores… Fatores de erro humano tb podem ocorrer, pois instrumentos para navegacao que identifica este tipo de tempestades eles possuem.

        2. Sr> Hernest em primeiro lugar sim o comandante é soberano na aeronave. Quando em voo normalmente quando avista uma CB o comandante normalmente auxiliado pelo radar metereológico da aeronave se julgar necessário pede autorização para desviar da formação. O windshear normalmente é mais perigoso no pouso. Quanto transpor a tempestade de grande porte normalmente é evitada para que não ocorra um incidente como o da AF 447 que por problemas de gelo nas sondas pitoh causando leitura errônea aliada a falha humana causando a tragédia que veio a ceifar muitas vidas.

          1. traduzindo o winds hear é o cisalhamento do vento mais perigoso na aproximação para pouso quando ocorre uma corrente descendente,

        3. Esse Ernesto é chato hein!!! Haja google pra tanto copiar e colar. Muda mais o disco. Tem mais coisas no google.

        4. Não utilize mais o “Primeiramente”.. é incorreto!
          Em breve, irão utilizar segundamente, terceiramente..

        5. Posso estar errado mas os passageiros contrataram a Gol pelo serviço e não o piloto. De qualquer forma a queixa não foi pelo “acidente” e sim porque a empresa se recusava a fornecer hotel.

        6. A decisao nao e do piloto e sim do controlador aereo… ou Os centros de controle das regioes do BRasil..

        7. a reclamaçao tem que ser contra a empresa sim, ninguem compra passagem de comandante portano e responsabilidade dela tambem e pelo que eu li a reclamaçao nao foi por causa do acidente e sim por recusar a prestar um serviço que o cliente teria direito,tanto e verdade que a mesma voltou atras .

        8. Ernesto, o tempo ruim derruba avião sim, como vários casos de acidentes aéreos e oq vc classifica como uma decisão errada do piloto em entrar no tempo ruim da para ver que não entende nada de aviação pois a partir do momento que um avião entra em uma nuvem carregada está sujeito a ser atingido por um raio.

        9. Lembrando que não é um ACIDENTE, isto foi um INCIDENTE, pois não houveram feridos e o pouso transcorreu bem.

          Não devemos confundir as coisas.

        1. As pessoas leem a matéria e entendem outra coisa.Será isso “analfabetismo funcional?”, consequencia da pessima educação que até hoje não é prioridade neste país.Acorda Brasil. Mais educação e menos futebol e carnaval.

        2. Exatamente, JP, o povo é mto ignorante. O engenheiro e os demais tiveram toda razão em prestar a queixa. É óbvio q a empresa tem q fornecer hotel. DIREITO DO CONSUMIDOR!

        3. Concordo plenamente com vc JP a reclamação foi devido a hotel , e não ao clima , o pessoal pareçe que não leu a matéria corretamente rsrsrs , grande abraço.

      2. O que ele quis dizer e da Gol não dar assistência depois para eles, que mesmo pelo ocorrido deveriam prestar qualquer tipo de assistência a passageiros fora de sua localidade domestica, e a Gol voltou a tras, So ler direito a reportagem gente…

        1. Até que enfim alguém sensato que leu a reportagem corretamente e entendeu o real motivo da queixa contra a Gol..

      3. Vocês realmente leram a matéria, eles nao prestaram queixa contra o raio ou coisas desses tipos, pelo avião ter voltado, eles deveriam ser acomodados em hoteis, ou proximos voos, foi por isto que eles prestaram queixa, pois a gol nao quis pagar hotel para alguns………….. aff

      4. Existiu a relação de consumo, então vale o Código de Defesa do Consumidor. Sendo assim, a Gol é obrigada a cumprir com o dever de segurança. Forca maior nao impede a alocação dos passageiros no hotel. Quem tem BÔNUS paga o ÔNUS. Também sou engenheiro e não eh necessario ser advogado para saber isso.

      5. A queixa não foi devido ao acidente e sim porque a empresa não queria oferecer hotel para os passageiros. Dever da empresa e direito dos passageiros nesse caso.

      1. A GOL PASSA A RESPONDER SIM! PELOS ATOS DO PILOTO E CORRELAÇÃO AOS AERONAUTAS.
        Mau tempo não derruba avião…agora a decisão [errada] de entrar no mau tempo pode causar sérios problemas e até um acidente.
        Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
        1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
        2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
        3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
        4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
        Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente.

        1. Ernesto, permissa venia, sobre a tua afirmativa: “Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!!”, o piloto é preposto da GOL e uma teórica ação seria, sim, contra a empresa que, dependendo do resultado de uma perícia, por exemplo, configurada a culpa, poderia agir regressivamente contra o piloto. Mas, em síntese, o caso, me parece, é fortuito e a legislação brasileira tem a devida resposta para eventos dessa natureza, reduzindo, em muito, a culpabilidade/responsabilidade de condutores, como no caso, em que a imperícia, a negligência, etc., são absolutamente desprezadas.

    2. Mário, foi erro meu. Ele se queixou da empresa por falta de assistência, não pelo raio. Já corrigi.

      1. Ricardo Gallo, vc não errou, pois ficou bem claro, no seu texto, que a reclamação foi por causa da falta de apoio da Gol aos passageiros, depois do incidente.

      1. AlM, Helio, não culpem ao Mario nem ao Hildebrando. Foi culpa minha. Ao escrever eu não havia explicado inicialmente a razão pela qual o passageiro havia ido à Justiça –e de fato poderia dar a impressão de que ele se insurgiu contra o raio. Já corrigi o texto.

        1. kkkkk, vc corrigiu o texto depois. Bazinga! De qualquer maneira, acho que os passageiros poderiam processar a empresa pela exposição ao risco, pois a decisão de entrar na tempestade foi temerária e equivocada. Muitas vezes, o piloto faz uma burrada destas por pressão da companhia, que nã admite cancelar um voo facilmente.

        2. nao me venha com desculpas..vc quis bancar o ”sabidinho ” e se deu mal…
          leu so o titulo ne espertão?
          [para o Ricardo]

        1. Mau tempo não derruba avião…agora a decisão [errada] de entrar no mau tempo pode causar sérios problemas e até um acidente.
          Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
          1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
          2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
          3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
          4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
          Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente.

          1. Comandante Ernesto.Com todo o respeito,discordo de você quando diz que “tesoura de vento”pode causar a queda de uma aeronave.Pode sim,no pouso.Em vôo normal seria quase impossível.O que quebrou o parabrisa da aeronave não foi o raio em si,mas o deslocamento de ar.Se raio tivesse atingido realmente o avião,teria o mesmo explodido instantaneamente,devido a despressurização.Vc.poderia me fornecer o número da sua licença PLA?Quem sabe fomos colegas de turma…tudo é possível….

    3. verdade mario rodrigues concordo com vc mais hoje hem dia o pvo quer processar ate se a pessoa soltar um pum dentro de casa ou simplimente tropessar a pessoa sem querem ,esse engenheiro nao tem mais o que fazer de importante não.
      fala serio ,isso é uma vergonha

      1. Caramba Cassio, seu texto foi fácil entender, mas sua ortografia está com tantos erros que sugiro reciclar seu português.

      2. Vergonha é você vir a um site como esse e escrever tanta asneira, inclusive recheada de erros de português. Por favor, poupe-nos!

    4. Dá uma olhada no texto: “…. porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros. …..”. Não tem nada a ver com o raio, e sim com o atendimento após o problema.

      1. EXATAMENTE CLAUDIO!!! EXATO!!! Lembrem-se uma coisa é a empresa prestar assistência a passageiros em solo, por atraso ou intemperes, “OUTRA É PASSAGEIROS EMBARCADOS E EM VOO TEREM O MESMO ABORTADO DEVIDO A PANES OU AFINS NA AERONAVE, NESSE CASO APLICA-SE TODA E QUALQUER ASSISTÊNCIA NA SUA TOTALIDADE E GLOBALIDADE.

    5. anao e absurdo pois se o passageiro vai ficar varias horas aguardando outro voo o passageiro sim tem direito de acomodar em hotel com alimnetacao.

    6. Mau tempo não derruba avião…agora a decisão [errada] de entrar no mau tempo pode causar sérios problemas e até um acidente.
      Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
      1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
      2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
      3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
      4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
      Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente.

      1. rsrsrs vc é mesmo leigo amigo tempara raio sim o raio percorre o avião e se escoa pelo atrito o qual forma a energia estática

      2. Vai lá no São Google, espertinho, e pesquisa o termo “gaiola de Faraday”. No Google, não numa petshop, OK?
        Se internet tivesse um mata-burro na entrada, muita baboseira deixaria de existir… rs

    7. Prestem mais atenção no que lêem. Eles prestaram queixa pela recusa da empresa em oferecer hotel aos passageiros, uma vez que o avião precisou voltar e provavelmente não tinha vôo disponível naquele horário afffff

    8. Leia com atenção. Não foi prestada a queixa porque o raio atingiu o avião. A queixa foi porque a Gol não queria pagar o hotel para as pessoas que não foram realocadas. Eles estao certos. Se o voo nao pode acontecer, a Gol tem que pagar o hotel para quem não é de BSB.

    9. Se você tivesse lido com atenção teria observado que a queixa se refere à recusa da GOL em acomodar os passageiros em hotel. Nada a ver com a condição meteorológica. Prestar atenção aos textos ajuda, sabia?

    10. Ele realmente não “reclamou” do raio; mas sim pela omissão inicial da GOL em querer se esquivar de sua responsabilidade em hospedar os passageiros; todavia; valeu pela ” aula” de aviação do Ernesto. Quem sabe, sabe; quem não sabe escreve besteiras.

    11. “havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros”

      Cara me diz onde ta escrito que ele prestou queixa por causa do raio? Ta escrito claramente que ele se queixou por que a empresa se recusou fornecer hotéis para acomodações dos passageiros.. Nem com a noticia escrita vocês não entendem! Esse é nosso Brasil, país do futebol!

    12. VC E BURRO NINGUEM TA CONTRA SAO PEDRO OU RAIO E O FATO DA GOL NAO FORNECER HOTEL E DEIXAR TODO MUNDO NA MAO
      SEU ESCROTO

    13. Não advogo para ninguém, mas as pessoas que “prestaram queixa”, o fizeram pela recusa de fornecimento de hotel, e não por causa do raio. Está escrito, no último parágrafo…
      Não entendi…

      1. Lendo a correção do autor do texto do site, retiro o meu. Ele é quem não havia explicado direito. Agora, creio que tudo se encaixou.
        Abcs

    14. Caro Mario leia com mais atenção pois a queixa e sobre a empresa não hospedar e não devido ao raio!!!!

    15. Amigo, preste atenção ao ler! O cara fez queixa contra a Gol porque a empresa não quis, a priori, pagar hotel para o pernoite dos passageiros. A matéria está bem explicada, tu é que não prestou atenção.

    16. “Sergio e outros 17 passageiros prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros. Depois, diz, a Gol voltou atrás.”

      Absurdo é o nível…Deixa pra lá…

    17. Quanta gente ignorante. Nem sequer sabem interpretar um texto. Sem falar os erros de português. Por essas e outras o Brasil é o que é. Deus me livre destes tais.

      1. Alexandre Souza, faço minhas suas palavras. Como esta baixo o nivel do nosso povo…

    18. Gente boa, prestem atenção, a reclamação não foi por causa do raio, mas porque a gol não queria acomodar as pessoas em hotéis, direito garantido a todo passageiro quando há um fato que possa atrasar ou cancelar um vôo.

    19. A interpretação de vocês está totalmente equivocada. Ele fez a reclamação por outro motivo e não por causa do raio. Eita Brasil, seu povo hoje em dia não sabem nem interpretar um texto…ESCOLA NELES…

    20. Caso você tivesse lido direito, teria visto que ele prestou queixa contra a atitude da empresa em não fornecer hotel e não por conta do raio.

    21. Pelo q entendi, a queixa nn foi por causa do raio; foi por causa da falta de assistência aos passageiros. Aí acho q a queixa procede pq a responsabilidade da é objetiva!!!!

    22. Que falta de atenção! O texto não diz que a “queixa” foi por causa do incidente, mas, sim, pelo fato de a GOL ter se recusado a fornecer hotel para os passageiros.

    23. São sei se você leu direito a matéria Mário, mas o processo é porque a Gol se recusou a disponibilizar o hotel. Depois é que ela voltou atrás.

    24. Ele se queixou porque a Gol inicialmente não quiz dar hotel que é um direito dele , e não por causa do raio ter atingido a aeronave , leia o texto antes de escrever besteira.

    25. Lê a matéria, animal:
      “Sergio e outros 17 passageiros prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros. “

    26. Amigo, acredito que você não entendeu, o cidadão prestou queixa não pelo raio, mas pela Gol não ter prestado assistência aos passageiros. Entendeu agora?

    27. Meu caro, leia corretamente a notícia. Os passageiros iriam prestar queixa porque a empresa não queria fornecer HOTEL para os mesmos e não sobre o raio ter caído no avião!

    28. Meu velho, deixa de ser ignorante! Onde tá escrito que foi por causa do raio? Você leu a matéria até o fim. Gente bur.ra é osso!!!

    29. Errado. A ANAC obriga, por força de LEI que os passageiros sejam alojados em hotel caso haja espera superior a 4 horas. INDEPENDENTEMENTE DO MOTIVO. Quem acionou o juizado do aeroporto estava certíssimo.

    30. Pelo que entendi, a queixa não foi por conta do raio, mas pela negativa da companhia em disponibilizar acomodação em hotel.

    31. Qualquer coisa que aconteça no avião – dever da companhia se responsabilizar – pelo o acontecido. E ter respeito pelos passageiros. Certo o engenheiro.

    32. Mario, ele não prestou queixa porque o raio atingiu o avião, mas sim porque nao quiseram pagar o hotel (leia o paragrafo inteiro da reportagem) !!!

    33. Absurdo é uma pessoa não ler a notícia completa e ficar inventando coisas. Ficou muito claro: “passageiros prestaram queixa contra a Gol … porque a empresa… havia … se recusado a fornecer hotel para os passageiros” e não por causa do raio.
      Aprenda a ler, por favor.

    34. A queixa contra a GOL foi porque se recusaram a pagar hospedagem inicialmente – e não por causa da tempestade,

    35. Acredito que vocês não lerem a reportagem com afinco. Ele prestou queixa por conta da Gol não querer custear a hospedagem e não devido ao raio…

      1. Tem que prestar queixa mesmo a gol é perita em fazer isso. No carnaval do ano passado peguei um vôo para Goiania estava chovendo muito em sp mesmo assim foi autorizado o embarque acredite embarcamos na chuva quando desci do ônibus para subir aquela escada na chuva não teve um funcionário para me ajudar mesmo eu estando com minha bebê de 6 meses no colo quando desci do ônibus para subir escorreguei para nao machucar a minha bebê a segurei e cai no degrau torcoio pé, mas nada aconteceu com minha filha que continuou dormindo. So depois que cai que os funcionários vieram me ajudar… decolamos quando chegamos em Goiânia devido ao mau tempo não pudemos pousar e tivemos que ir para Brasília chegando la eles não queriam acomodar os passageiros em hoteis eles disponibilizaran ônibus e a maioria dos passageiros tiveram que ir pra Goiânia de ônibus na mesma noite so um casal de idosos foi redirecionado para um vôo de outra Cia na mesma hora e eu e minha família depois de muita briga nos acomodaram em um hotel e disponibilizaram um vôo no outro dia..
        Mas para isso acontecer eu tive que brigar mandei falarem com o comandante pois não acreditaram que cai e quando resolveram meu caso ainda pediram pra eu não falar nada pois era uma exceção eu deveria ter dado queixa mesmo e ainda tive que pagar o Taxi do hotel ate o aeroporto do meu bolso eles disseram que iam reembolsar ate hoje estou esperando o deposito. Estava com meu marido nossa filha de 3 anos na época e a bebê de que também tinha 6 meses na época. A gol é uma bosta!!

    36. A queixa aqui não é com relação a o raio mais sim com relação a recusa inicial da Gol de acomodar os passageiros em hotéis.

    37. O problema é que a empresa tem que assumir, com os danos causados pelos raios, quando um onibus quebra o que acontece, ele tem que ser substituído certo ? mesma coisa a do avião, pagamos taxa de embarque, serviços e imposta pra ser-nos assegurados por qualquer danos.

    38. Queridos… Raio ou qualquer outra coisa q interrompam um voo, faz parte do negocio da empresa aerea.
      Cabe a ela reacomodar os passageiros em outro voo.
      Caso nao haja condicoes de em um periodo de ATE 4 horas fazer, compete a mesma pagar hotel aos seus paasageiros para posterior ( intervalo maior de 4 horas ) reembarque.
      No mundo todo e assim.
      Tem q ameacar processar sim.

    39. Leiam direito! Os passageiros prestaram queixa contra a GOL pois a mesma se recusou a fornecer hotéis e não por causa do raio….

    40. Prezado Mário,
      leia a notícia novamente: o engenheiro não se queixou pela queda do raio, mas pela falta de assistência da empresa aérea, que inicialmente se recusou a fornecer hotel para os passageiros do avião atingido pelo raio. Conforme informação no último parágrafo do texto da reportagem, a empresa reviu sua decisão.

    41. Ele prestou queixa porque, inicialmente, “a GOL se RECUSOU A FORNECER HOTEL PARA OS PASSAGEIROS”. Não prestou queixa por causa do raio. É só ler a matéria direito!

    42. Ninguém leu a reportagem até o final? Então vou reproduzir o que foi dito acima: “Sergio e outros 17 passageiros prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, PORQUE A EMPRESA, segundo o engenheiro, HAVIA INICIALMENTE SE RECUSADO A FORNECER HOTEL AOS PASSAGEIROS. Depois, diz, a Gol voltou atrás.”

    43. Leia a materia direito, o engenheiro reclamou foi pq a gol a principio n se prontificou a acomodar os passageiros em um Hotel….esse povo n ler e entender sabe aff

    44. Mário e Jadir, prestem atenção ao que a reportagem diz, a questão da queixa não foi por causa do raio atingir o avião, e sim pelo fato de a GOL se recusar a oferecer hotel para os passageiros, já que isto é previsto por lei conforme citado em comentários anteriores. Na boa, antes de criticar, leiam atentamente para não dar bola fora.

    45. Caro Mario Rodrigues, a razão da queixa foi referente a assistencia que a Empresa recusou-se a dar a seus passageiros,e não,pelo fato do incidente natural,ou seja,o atingimento da aeronave pelo raio.

    46. Sergio e outros 17 passageiros prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros. Depois, diz, a Gol voltou atrás. Vamos ler até o final???? A prestação de queixa contra a cia foi por conta do não fornecimento de hotel após o ocorrido! Direito do Consumidor!

    47. “Sergio e outros 17 passageiros prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros.” Foi pq a Gol nao queria fornecer hospedagem que os passageiros prestaram queixa, nao leu o artigo ate o fim?

    48. Prestou queixa por que a Gol não queria fornecer hotel aos passageiros e não por causa do raio , leia direito

    49. Fato Mário Junior;
      Isso só acontece no Brasil mesmo rs
      Onde já se viu prestar queixa contra a cia aérea por questões meteorológicas.

      Bruno me desculpa, mas me prove mediante a lei que mesmo sendo um problema climático a cia aérea é OBRIGADA a dispor de hotel ou alimentação; eu sei que isso é considerado como uma CORTESIA que a cia oferece; não que seja uma OBRIGAÇÃO.
      Se eu estiver enganado que me perdoe; devo estar desatualizado pois trabalho já a 6 anos no âmbito aéreo.

      Abraços á Todos!

    50. Mário Rodrigues… pelo que li na notícia a queixa não foi em decorrência do incidente com o raio e sim pelo fato da GOL se recusar, inicialmente, a acomodar os passageiros em hotéis.

    51. Sabe o nosso problema:

      O passageiro brasileiro é muito mal educado e mal acostumado. O governo diz que o passageiro tem direitos, mas não menciona os deveres DO PASSAGEIRO.
      Por isso que é essa bagunça: passageiro quebrando balcão, batendo em funcionário da empresa, subindo em cima da asa, etc…etc… não vou defender a empresa quando ela está errada. mas nossa infraestrutura também é um lixo e quem já teve a oportunidade de viajar pra fora volta com nojo dos nossos aeroportos… Viva o pais de bananas!!!! aonde um estádio é mais importante que um aeroporto bem estruturado… Que venha a copa! Eles gastam mais de 1 bilhão no estádio de brasilia e a gente enquanto pessoas embarcam em “aeroportos de lona” pelo brasil afora…

    52. “porque a empresa, segundo o engenheiro, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros.”

    53. Você leu direito ?? Prestaram queixa porque a empresa não quis dar acomodação para eles que perderam o voo. Leia primeiro amigão…

  2. Realmente, prestar queixa por um raio que atingiu uma aeronave é um absurdo, melhor uma ignorância. Agradeça a Deus por não ter tido complicações maiores com o voo.

    1. Peguei uns 4 vôos pela GOL ano passado, e por coincidência em 2 deles o Comandante se chamava Hildebrando, e diga-se de passagem que um excelente comandante piloto com pousos perfeitos e suaves….Se o Hildebrando desse comentário for o mesmo, fica aqui meus parabéns pelo comentário correto e pelo ótimo profissional.

      1. Robson seu comentário de elogios é bastante sensato porém no que tange critério técnico devo sugerir que se aprofunde um pouco mais no caso de pousos perfeitos e suaves!!! Pois esse principio de pouso suave pode levar a aeronave a uma virada de 180º, pois o procedimento correto é lançar a aeronave contra o solo, esteja certo de que em Natal por exemplo o piloto como dizes dos pousos suaves não aplicam essa técnica. A segurança nem sempre está na suavidade mais sim a oposta. Obrigado

        1. Está correto o Ernesto Blassi no que diz respeito ao pouso perfeito. Segundo comentários de pilotos, um pouso feito com segurança, é aquele que o piloto traz a aeronave alto e a joga no solo, e não o que a aeronave vem lambendo a pista e pousa suave.

          1. Parece que temos pilotos militares aqui, acostumados a pousar em porta aviões, onde aí sim vale o dá ou desce.
            Jatos comerciais possuem uma estrutura de comando chamada “spoiler” (aquelas abas que levantam sobre as asas imediatamente após o toque no pouso) que nos jatos mais modernos se abrem automaticamente, “cortando” subitamente a sustentação, “grudando” a aeronave no solo, auxiliando a frenagem mecânica, e aumentando o arrasto, em auxílio da frenagem aerodinâmica.
            Só em condições muito adversas se justifica um pouso “duro”. O bom arredondamento no pouso é aquele em condições de velocidade vertical e horizontal ideais, a uma altura determinada, que evitem uma flutuação excessiva e respeite a capacidade de amortecimento do conjunto de trem de pouso.
            O que se percebe como pouso suave na cabine não é o “lambe pista”, mas sim um pouso seguro e firme, mas que é amortecido pelo trailing link e amortecedores do trem de pouso. Exatamente como a suspensão de um automóvel suaviza boa parte das irregularidades do solo.
            Pousos “jogados”, que levam os amortecedores ao batente, são, como regra geral, barbeiragens. Só se justificam em condições de fortes rajadas de vento ou em pistas encharcadas.
            Lembrando que o acidente da TAM em Congonhas teve, como um dos fatores contributivos, a não abertura automática dos spoilers.

          2. Pedro, como eu, acho que voce foi piloto da Varig,. Seus comentarios demonstram profundo conhecimento de avioes…

    1. Leia o texto de novo: as pessoas reclamaram da Gol porque não queria acomodá-los até o próximo voo. Código do consumidor, senhora.

  3. Caros Senhores Hildebrando e Mario Rodrigues Junior, antes de tecer comentários procurem ler a noticia com atenção e saibam interpreta-la.
    O Sr. Sergio apresentou queixa no JEC não pelo raio ter atingido o avião e sim porque a Gol recusava-se à oferecer acomodação aos passageiros. Peçam desculpas, fica bonito.

    1. Haja vista a negativa da empresa em prestar acomodações junto à hotéis, vejo com bons olhos aos que reclamaram, porém há de se ter compreensão, uma vez que após todos dissabores que isso causou, a empresa voltou atrás em sua atitude e realocou os passageiros em hotéis.
      Esses senhores que proporam reclamações junto ao JEC, não receberão nada, porque trata-se de um mero dissabor com o ocorrido.
      Mover a maquina judiciária com ações das quais não causaram danos reais, não devem acontecer!
      Att.,

      1. A GOL não voltou atrás mais sim aplicou os critérios. EXATO!!! Lembrem-se uma coisa é a empresa prestar assistência a passageiros em solo, por atraso ou intemperes, “OUTRA É PASSAGEIROS EMBARCADOS E EM VOO TEREM O MESMO ABORTADO DEVIDO A PANES OU AFINS NA AERONAVE, NESSE CASO APLICA-SE TODA E QUALQUER ASSISTÊNCIA NA SUA TOTALIDADE E GLOBALIDADE.

  4. A marca no nariz da aeronave não é em função do raio e sim de granizo que a aeronave deve ter encontrado durante a tempestade. Isso justifica também o para-brisa quebrado.

    1. Parabéns grandes possibilidades, porém vale o que está registrado no áudio da cabine. Agora é fundamental o acesso a essa informação pelo perito.

  5. Pelo que entendi, ao ler a reportagem, foi que a empresa estava sendo processada, porque não queria acomodar os passageiros em hotéis até o vôo seguinte e não por causa dos danos do raio.
    Raios são sempre perigosos em qualquer local. 🙂

    1. Mau tempo não derruba avião…agora a decisão [errada] de entrar no mau tempo pode causar sérios problemas e até um acidente.
      Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
      1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
      2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
      3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
      4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
      Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente.

      1. Mau tempo não derruba avião? O que me diz do voo AF447 que caiu na costa brasileira no dia 31/05/2009 matando 228 por ter se deparado com uma cumulus nimbus, causando o congelamento das sondas de velocidade?

  6. Eu tambem acho um absurdo. Ja ia mandar ele para o “raio que o parta”, quando li a correção.

  7. A queixa nao foi contra o acidente. E sim pela recusa da Gol em atender o direito dos passageiros oferecendo um Hotel. Ressalto que o custo de uma passagem aérea prevê custos com imprevistos. Obrigação da Gol em atender o direito dos usuários!!!

  8. Creio que a reclamação acima foi em relação ao pagamento do hotel, e não com o raio(que o parta…) rs rs

    1. EXATO!!! Lembrem-se uma coisa é a empresa prestar assistência a passageiros em solo, por atraso ou intemperes, “OUTRA É PASSAGEIROS EMBARCADOS E EM VOO TEREM O MESMO ABORTADO DEVIDO A PANES OU AFINS NA AERONAVE, NESSE CASO APLICA-SE TODA E QUALQUER ASSISTÊNCIA NA SUA TOTALIDADE E GLOBALIDADE.

  9. Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
    1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
    2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
    3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
    4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
    Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente (acho que deu para entender agora?).
    Agora sendo esse senhor Sérgio Golgher realmente engenheiro uma vez que não diz qual engenharia, mesmo assim o CREA deveria suspender esse CREA e retornar esse aprendiz a reciclagem, para aprender que: É um fenômeno natural também chamado popularmente de relâmpago. É uma descarga elétrica ou descarga atmosférica que ocorre entre nuvens ou entre a nuvem e a terra. As descargas atmosféricas apresentam um alto poder destrutivo, dada a corrente do raio (2 a 200 quiloàmperes), apesar de sua curta duração, cujo período crítico na faixa de dezenas de microssegundos. Quer aparecer? Mais até para isso precisa ter QI…

  10. A queixa foi contra a Gol,não querer fornecer hotel para os passageiros,leian a coisa certa.
    Tem uma lei,pode ser encontada na IATA,que por problemas natirais,ou qualquer problema climático,a transportadora não e obrigada a fornecer hotéis ou outros,eu dou os parabens a GOL,por fornecer hotel a todos.Recomendo antes de escrever absurdos ou tomar atitudes contra a transportadora,saibam das leis do mercado aeronáutio. Não recebo nada defendendo a GOL , porem gosto de justiça.Como passageiros evidente nervosos,tinham direito a serem bem tratados,eu estou esclarescendo somente quea Gol teve uma ótima atitude,atendendo a todos.Leonor

    1. Leonor!! Boa noite, devo sugeri-la que se embase nos critérios da IATA (POIS ELA NÃO PROMULGA LEIS, MAIS ATENÇÃO!!!! Lembre-se uma coisa é a empresa prestar assistência a passageiros em solo, por atraso ou intemperes, “OUTRA É PASSAGEIROS EMBARCADOS E EM VOO TEREM O MESMO ABORTADO DEVIDO A PANES OU AFINS NA AERONAVE, NESSE CASO APLICA-SE TODA E QUALQUER ASSISTÊNCIA NA SUA TOTALIDADE E GLOBALIDADE, BEM AGORA VOU FAZER REFERENCIAS CORRETAS SOBRE A IATA… LEIA E COMPREENDA ANTE A CITAR A IATA COMO PROMULGADORA DE LEI(S)…O código aeroportuário IATA é um código composto por três letras que designa os aeroportos em todo o mundo. É definido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (em inglês: International Air Transport Association — IATA).1 Os caracteres destacadamente mostrados nas etiquetas de bagagens anexadas nos balcões de check in são um exemplo da utilização de tais códigos. Os códigos IATA são diferentes dos códigos ICAO.
      A atribuição destes códigos é regida pela Resolução 763 da IATA e é administrada na sede da organização em Montreal, no Canadá. Os códigos são publicados de dois em dois anos no IATA Airline Coding Directory.2 A maioria dos países utiliza os códigos ICAO, e não os da IATA, em suas publicações aeronáuticas.
      Algumas informações sobre a IATA.

      2.1 – A IATA é uma associação de direito privado com características “sui generis” visto que seus membros são em grande parte pessoas jurídicas controladas pelos respectivos governos, os quais são possuidores ou da maioria do capital votante ou, por meio de algumas modalidades de subsídios, indicam estar o controle indireto subordinado à uma entidade governamental; embora podendo ser classificada como uma associação não governamental, ou uma ONG, é na realidade uma associação quase(há exceções) intergovernamental.

      2.2 Essa associação é sucessora da Air Traffic Association fundada em Haia, 1919, ano em que foi operado o primeiro serviço aéreo internacional regular. A atual IATA foi fundada em Havana, Cuba, abril de 1945, objetivando a cooperação entre as associadas para promover segurança, regularidade e economia no transporte aéreo em benefício dos usuários. A antecessora teve um desenvolvimento pequeno embora gradual até 1939 quando a empresa Pan American passou a ser uma associada dando maior dimensão à sua estrutura e organização; esse desenvolvimento foi ainda mais acentuado a partir de 1945 com o fim da segunda guerra mundial. Com a participação da Pan American a IATA passa a endossar a política de que não deveria haver competição de preço entre as empresas aéreas, a preferência deveria ser disputada pela qualidade do serviço oferecido ao público, pela rapidez, conforto, conexões, número de freqüências operadas, tipo de equipamento utilizado e/ou pela rota mais direta, política que perdurou por muito tempo em nossa legislação aeronáutica devido a aceitação das regras da IATA. Com essa política de competição controlada a Pan American cresceu até ser a segunda maior empresa aérea do planeta(pelo critério de passageiros/milhas voadas, a primeira era a Aeroflot de bandeira da ex-U.R.S.S.); fundou ou ajudou a fundar várias empresas filiadas em outros países e controlava boa parte das aquisições das aeronaves fabricadas nos Estados Unidos da América, inclusive recolocando equipamentos usados, exercendo influência junto aos Bancos oficiais para a concessão dos financiamentos, hipotecas e outras garantias creditístas e ainda participando do controle de empresas aéreas de capital misto, a bem da verdade, sempre estribada nos respectivos governos. Esse conjunto de empresas aéreas foi designado como Pan American World Airways System, Inc., pelo qual era evitada a competição direta entre os participantes desse sistema, bem como possibilitava o exercício da quinta liberdade como se fossem terceira e quarta liberdades. No Brasil foi criada a então Panair do Brasil S.A.(cuja falência foi decretada pelo Juízo da 6ª Vara Cível do Rio de Janeiro em fevereiro de 1965) para, além do tráfego doméstico, operar a rota América do Sul\ Europa/Oriente Médio, da qual a Pan American não participava, entretanto, a Panair do Brasil estava “impedida” de voar para os Estados Unidos da América para não competir com a Pan American. No Hemisfério Ocidental a rota do Atlântico Sul era operada pela Pan American, a do Pacífico pela afiliada Pan American Grace Line e restando para Panair do Brasil as rotas do Brasil para Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Perú pois os outros segmentos eram exclusivos da própria Pan American, tais como, U.S.A., Venezuela, Colômbia, Trinidad, México e demais países da América Central e Caribe, sendo essa exclusividade decorrente do “desinteresse” da Panair do Brasil em concorrer com a Pan American, inclusive no filé mignon que era rota Rio de Janeiro-New York e Rio de Janeiro para a costa do Pacífico dos Estados Unidos da América com prolongamento para o Oriente, ao depois operada pela p empresa brasileira denominada REAL S/A.

  11. Porque não aconteceu com aquele voo, para Pretória, para o enterro do Mandela. Poderíamos dizer que São Pedro estava fazendo uma faxina no Brasil. Que Beleza hem!

  12. “Um avião da Gol teve que retornar ao aeroporto de origem depois de ter sido atingida por um raio durante uma tempestade.”

    Um avião foi atingida?

    Percebe-se claramente que o editor além de inicialmente induzir todos os leitores ao erro, ao falar que o engenheiro iria processar a Gol por causa de um raio, se quer revisa as matérias antes de publicá-las.

    Um jornal do porte da Folha de São Paulo deveria ter jornalistas mais bem qualificados.

      1. Quanta confusão! Até eu postei com base nessa confusão. Como uma omissão pode causar tanto estrago, não é Sr. Ricardo?

  13. Mau tempo não derruba avião…agora a decisão [errada] de entrar no mau tempo pode causar sérios problemas e até um acidente.
    Primeiramente a queixa deveria ser feita contra o comandante que pilotava a aeronave e não a GOL!!!! supondo que o 737 – 800 tenha se acidentado em função do mau tempo):
    1- Se as condições estivessem tão ruins, o aeroporto estaria fechado.
    2- Na dúvida em relação às condições, o comandante assumiria a responsabilidade de não decolar.
    3- Decolando em condições adversas, o radar de uma aeronave (junto ao EGPWS – Enhanced Ground Proximity Warning System) é um instrumento essencial para evitar as formações e um possível windshear.
    4- Se as alternativas anteriores falharem, a estrutura de uma aeronave é construída para suportar grandes cargas aerodinâmicas e de força G e poderia transpor uma tempestade de grande porte, com muito danos é verdade, mas sem afetar a capacidade de permanecer voando.
    Portanto, SE um avião chegar a cair “por causa” de mau tempo, é porque várias “camadas” de segurança foram rompidas antes >>> logo, o mau tempo em si não foi a causa do acidente.

  14. nao há como raio trincar para-brisa de aviao pois há o principio da gaiola de Faraday, onde todads as partes do aviao estao conectadas e equipotenciais dissipando a energia do raio. muito sensacionalista essa materia. muito provavelmente o dano foi causado por granizado durante uma turbulencia em uma CB

  15. Coincidentemente eu estava viajando hoje de Salvador para Recife e vi uma reportagem na revista de bordo da Gol sobre o efeito luminoso do raio no parabrisa das aeronaves.

  16. Quanto à origem da reclamação ao JEC, o autor do post já corrigiu e se desculpou pela desatenção. Gesto nobre, aliás. Parem de encher o saco do cara e leiam os comentários direito!

    Quem fez gracinha quanto ao “pára-raio”, saiba que a estrutura de uma aeronave funciona como uma “gaiola de Faraday”, que é um tipo de pára raio.

    No que tange ao dever de fornecer hotel e alimentação para atrasos superiores a um determinado número de horas, tal obrigação está no Código Brasileiro do Ar e normas complementares da ANAC.

    Por fim, quanto a quem falou que mau tempo não derruba avião, sugiro uma pesquisa nos arquivos da NTSB e mesmo no nosso Sipaer. Derruba e não são poucos casos. A estrutura de jatos comerciais realmente aguenta consideráveis esforços estruturais, mas há grandes tempestades que literalmente podem moer uma aeronave de grande porte. E nem um comandante insano mete o nariz numa coisa dessas. Se o fizer, volta pra casa no saco preto.

    Fora isso, temos turbulência de céu claro (CAT), windshear nos procedimentos de pouso e decolagem, eventos envolvendo formação de gelo, granizadas que podem moer o fan de uma turbina, e até mesmo raios danificando alguma estrutura de comando.

    Não acontece com frequência um acidente dessa natureza porque os pilotos seguem rigorosas normas e procedimentos para, na medida do possível, ficar longe gas encrencas. E os aviões são equipados com radares metereológicos, detectores de cargas eletrostáticas e até sistemas doppler, para tentar detectar a temível CAT.

  17. Para que serve o radar metereológico do avião? Porque não desviou do granizo? Hummm não tem raio na linha, tem boi…

  18. a pobraiada,acostumada a dormir em pensão de beira de estrada não vê a hora de aproveitar uma bôca livre às custas das empresas !!!!!

  19. O amigo que fez os comentários parece que conhece um pouco de aviação mas nada da legislação. A partir do momento que o passageiro tem um bilhete marcado e se apresenta para o embarque, qualquer transtorno que ocorra é de responsabilidade da cia aérea, mesmo que não seja por culpa dela, mesmo que seja por motivo de força maior. A lei é assim para proteger o passageiro e está certa, pois mesmo sendo assim as empresas aéreas ainda vivem enrolando a todos.

    1. Você está absolutamente certo. A responsabilidade é objetiva, independe de culpa. E os deveres estão no CBA.

  20. Por má interpretação do texto, não me admiro se alguém “organizar” uma passeata na av. Paulista contra os raios. Aí a briga vai ser dura, contra o S. Pedro.
    C.Monteiro

  21. Só não concordo de que tempestade ou mau tempo não derruba avião. Temos um exemplo bem recente do que aconteceu com o Avião da Air França que caiu no mar matando dezenas de pessoas. Pelo que li e acompanhei, foi sim mau tempo que o derrubou.

    1. Como todo e qualquer acidente aeronáutico, houve uma série de fatores contributivos na tragédia do AF447. As condições metereológicas tiveram relativa, tanto que vários voos usavam a mesma aerovia naquela mesma hora e ninguém reportou nada além de turbulência moderada.
      O fator determinante foi humano, péssimo gerenciamento de cabine e decisões desastrosas do Cmte. Ele inadvertidamente colocou a aeronave no olho de uma célula de tempestade, enfrentou condições severas de formação de gelo e, por azar dos azares, os tubos de pitot (que mensuram a velocidade em relação ao ar) congelaram, por defeito de projeto. Isso gerou informações desconexas nos sistemas computadorizados do A330, hipoteticamente inteligentes.
      A partir daí, a tripulação começou a bater cabeça, chegando ao absurdo do experiente comandante tentar sair de uma situação de perda de sustentação (estol) levantando o nariz da aeronave, fator que só agravou e tornou irreversível a situação. É, sem dúvida, um dos episódios mais grotescos na aviação de grande porte. Ficará na história como lições do que NÃO se deve fazer em situações análogas.

  22. Pelo que li na reportagem a queixa não se trata do raio ter caido no avião como vi em alguns comentários, e sim pelo fato de se negar hospedagem aos passageiros, esta bem claro a matéria. Seria um contra senso de qualquer um questionar acidentes causados pela natureza

  23. 1. Aviao e’o meio de transporte mais rapido pra quem nao tem preca.
    2. Qto aos procedimentos da Gol, na parte operacional impecavel. Sao um dos melhores operadores de 737 do mundo.
    3. Ja qto aos procedimentos em terra… o hotel e’um direito. Previsto em nossa legislacao da area.
    4. Esconder os direitos dos pax me parece desrespeito.

  24. O Brasil virou o país dos pedidos de indenização por danos morais. Muitos torcem para que algo de errado aconteça, principalmente em se tratando de companhias aéreas. A nossa aviação é segura sim senhor. Sinto-me bem melhor num avião do que numa estrada. O acontecido foi um caso esporadico e sem culpados. Alias, só o São Pedro.

  25. Esse tal de Ernesto Blassl é chato hein!!!! Ao invés de processar a Gol, deveriam processar o google por colocar essas informações e deixar o cara colar e copiar aqui várias vezes.

  26. Sr. Cmte. Ernesto Blassi !! O SR. deve ser no mínimo um grande piloto de flight simulator por afimar tamanha asneira em equipamentos que nunca estudou o funcionamento. O fato ocorreu após a decolagem ou seja em rota, as condicoes meteorologicas do aeroporto de partida nada tem haver com fatores climáticos em rota. Procure estudar, analisar os fatos antes de omitir qualquer opinião porque com certeza o Sr. não tem idéia o que é ser Comandante de Aeronave. Bons Estudos…..

    1. omitir é negar de emitir, emitir é mandar, despachar, expedir,…..portanto: “analisar os fatos antes de omitir qualquer opinião” foi di laskar

    2. Olhe só os posts desse tal de Ernesto!.
      O Cara só quer falar dificil e nao agrega NADA que o Google nao forneça a ele!.
      Que cara mala!
      Olhe a quantidade de perolas que ele escreveu aqui

    3. No caso aí não é haver e sim a ver e também não é omitir e sim emitir, tem mais uns outros errinhos, mas deixa pra lá.
      Bons estudos (de português) p vc tb Gilmar.

  27. Olha! Todo comentário que se faz neste caso deve ser fruto daquilo que se lê. No entanto, Algumas pessoas estão sentando o “Pau” nas pessoas que propuseram prestar queixa contra a companhia de aviação, e dizendo que isto foi por causa do Raio que atingiu a AERONAVE. E Bom que se comente a matéria depois de lida. ENTENDE NO TEXTO DE FORMA CLARA QUE A QUEIXA FOI PORQUE prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, porque a empresa, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros.

  28. Olha! Todo comentário que se faz neste caso deve ser fruto daquilo que se lê. No entanto, Algumas pessoas estão sentando o “Pau” nas pessoas que propuseram prestar queixa contra a companhia de aviação, e dizendo que isto foi por causa do Raio que atingiu a AERONAVE. E Bom que se comente a matéria depois de lida. ENTENDE NO TEXTO DE FORMA CLARA QUE FOI PORQUE prestaram queixa contra a Gol no Juizado Especial Cível do aeroporto de Brasília, a empresa, havia inicialmente se recusado a fornecer hotel para os passageiros.

  29. E raio cai em avião? pelo que sei, a descarga elétrica só é possível em ralação à terra (solo), pois as nuvens vão acumulando cargas elétricas que em determinado momento a diferença de potencial em relação à terra faz com que o ar seja ionizado e ocorre a descarga, isto é, o transporte de elétrons (através do ar ionizado) das nuvens para a terra ou da terra para as nuvens, dependendo do tipo de carga. A terra é um manancial de cargas, devido as suas proporções, o que não ocorre com um avião. O avião pode ser apenas o caminho (juntamente com o ar ionizado), mas a descarga sempre ocorre na terra. Resumindo, o raio não poderia “cair” no avião. Os entendidos, por favor, esclareçam.

    1. Cara kkk procura no Google, pq vc entende um pouco, mas está cego nesse seu conhecimento. Se eu te falar aqui vamos ficar discutindo. Procure e veja vc mesmo!

  30. O povão realmente não sabe ler um texto.
    Adora reclamar ou xingar primeiro e ler depois.
    Igual a um policial que atira primeiro e pergunta depois.

  31. Centenas de mensagens acerca do erro de interpretaçāo ! Vāo trabalhar ao invés de perder tempo com esta bobagem ! Bando de desocupados…

  32. A queixa foi em função da Empresa Gol, recusar em primeiro momento a dar assistência aos passageiros em acomodações e amparo psicológico. o que é um absurdo. quanto ao raio, é um fator meteorológico que está aquém dos simples mortais . parece que o cso já está resolvido ainda be eu ninguém se feriu.

  33. com tanta gente bem informada gostaria de saber quem nasceu primeiro
    o ovo ou a galinha.?
    dá licença vão procurar o que fazer.

  34. Se a cada voo precedido por más condições atmosféricas for cancelado o caos estará instalado neste país de dimensões continentais chamado Brasil. Como tem leigos tentando discutir um tema que não entendem patavinas e aproveitadores de situações para levar alguma vantagem na Justiça. Os passageiros reclamões deste voo pelo menos levam uma vantagem: um raio não cai duas vezes no mesmo lugar…

  35. Oh povo jumento viu!!! vão ler a materia direito….não façam como quando eram crianças que liam as coisas por cima…o engenheiro reclamou foi pq a principio a Gol Não se prontificou a acomodar os passageiros em um Hotel….aff quanta jumentisse

    1. Muito bem nina!!!! concordo com vc!So odiotas irian achar que existissem outros idiotas para reclamar de um raio que caiu no nariz do aviao!!

  36. Boa Noite.

    Senhores,

    Só acrescentando as informações já veiculadas, informo que, referente ao incidente envolvendo uma ACFT da companhia, reitero que não houve negativa para fornecimento de hospedagem da companhia de momento por simplesmente negar, e sim por não haver vagas nos hotéis conveniados, e o processo de busca de vagas e procedimentos internos demandam de tempo, tão logo esse procedimento fora concretizado, a companhia chamou os PAX e os acomodou de forma pacifica e ordenada, os PAX que decidiram realizar o embarque nos próximos voos da companhia no mesmo dia tiveram sua solicitação atendida sem qualquer ocorrência.

    A todos, forte abraço.

    1. Prezado que parece que trabalha na GOL

      A GOL te enganou tambem. O Hotel que os passageiros foram levados estava VAZIO.

      Tanto que houveram neste moesmo Hotel, outros passageiros que resolveram pagar do próprio bolso depois da negativa da GOL e nao tiverem saco de entrar na madrugada brigando por um direito que a GOL no final deu somente para 17 pessoas. Isto e’ o Hotel estava vazio. (ligue para la e pergunte). Esta historia de hotel lotado e’ coisa para economizar R$ e empurrar pobres coitados num voo de 6 horas durante a madrugada que dura 2 horas.

      Lembro que o voo tinha 66 pessoas e o “novo voo” saia as 23:40 e chegava as 6:00 em Recife. sendo que o voo comprado era somente de 2 horas. A GOL e’ “mui amigo”…

  37. Li alguns comentários, e o assunto já quase se esgotou. Mas acredito que os comandantes, tem muitas responsabilidades, e cobranças, por parte da empresa. Por exemplo, um arremetida custa consumo de combustível a mais. Por morar próximo do aeroporto Salgado Filho em P.Alegre, a mais de 28 anos, tenho visto muitos pousos em situação difícil, arremetidas de todos os tipos, em condições adversas. Mas um fato acontecido em 2009 quando com tempo ruim um Boeing da Webjet, passou por cima do prédio onde moro, e muito abaixo da altitude normal, liguei a escuta da torre e o piloto pedia mais 300 mt para o pouso, além da área emborrachada da pista, ele teve como resposta que teria que conversar com a sua empresa. Enfim depois de várias tentativas ele pousou. Lembro isso para ver a que pressão são submetidos, e com a responsabilidade que eles tem, pois levam centenas de pessoas nos aviões. Acionar o cmte do avião é um absurdo. Ele retornou com segurança a Brasilia.

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